Pérolas Negras

 

As ostras que dão pérolas negras são as de cores escuras, os melhores exemplares estão no Tahiti, mas também são encontradas nas águas tropicais da Indonésia e nas Filipinas. Com uma dimensão entre 12 a 15 cm, estas ostras produzem pérolas com um diâmetro que varia entre 8 e 16 mm.

Existem muitas lendas da Polinésia envolvendo a pérola negra. A mais clássica delas é a de que Oro, o deus da paz e da fertilidade na polinésia, visitou a Terra em um arco-íris e ofereceu um tipo especial de ostra para os homens, a Te Ufi. E esse deus se apaixonou por Uaro, a linda deusa das areias das praias que era casada com o deus dos corais, Okano.

Sem conseguir esconder os seus sentimentos por Uaro, ele a perseguiu e para mostrar o seu amor, lhe deu uma pérola negra gigante, do tamanho de sua palma. Com incomparáveis beleza e tamanho, a pérola refletia a beleza e as vividas cores do arco-íris e então Uaro aceitou o presente.

As pérolas são uma fonte de fascinação há séculos, desde então elas são consideradas as mais mágicas e femininas das gemas, por serem as únicas criadas dentro de um organismo vivo, elas emanam certo calor e brilho não encontrados em outras gemas.

Pérolas

 Vocês sabem como se formam as pérolas?

Em um processo natural, ela é formada a partir de uma reação a corpos estranhos que invadem a ostra, como por exemplo grãos de areia, e então o seu próprio organismo envolve esse grão com uma substância chamada nácar, que nada mais é do que a base da pérola. A diferença de uma pérola cultivada e de uma natural, é que na cultivada o homem que insere um grão na ostra e não a natureza por si só!

Um fator determinante na esfericidade da pérola é o tempo em que ela foi cultivada. O ideal seria de 3 anos e meio a 4 anos. Conforme vai passando o tempo, ela fica cada vez maior e consequentemente mais cara.

Por muito tempo as pérolas foram associadas a maturidade, tradição ou até mesmo como “coisa de vó”! No entanto,hoje, as maiores consumidoras são mulheres entre 18 e 40 anos.

As pérolas mais perfeitas vêm do mar, pois as de água doce é o leito do rio que define o seu formato.

No próximo post, pérolas negras!

Exposição

A partir do dia 27 de julho, ocorrerá no Centro Cultural dos Correios, no Rio de Janeiro uma exposição do artista plástico Di Cavalcanti, além de idealizador e organizador da Semana de Arte Moderna, ele também criou em parceria com seu amigo Lucien Finkelstein uma coleção de anéis, broches e pingentes.

A exposição tem curadoria de Jacqueline Finkelstein e Romaric Büel e acontecerá até o dia 18 de setembro de 2011.

Fiquem atentos!

Inspirações Inusitadas

Vocês já ouviram falar de Kali Arulpragasam?

Ela á uma designer de jóias que se inspira em causas socias para desenvolver suas coleções para a marca Super Fertile.

Sua mais nova coleção se chama Murder. Kali diz ter se inspirado na guerra civil do Sri Lanka, e a descrição da coleção é:

“Violência e elegância foram pensadas detalhadamente para produzir um conjunto de belas e chocantes peças com rubis, safiras e granadas, cuidadosamente selecionadas para parecerem com feridas de balas, cortes e decapitação para retratar a desumanidade ao redor do mundo.”

Confiram algumas peças da coleção

Este slideshow necessita de JavaScript.

Um pouquinho de História…

Os primeiros anéis encontrados inteiros foram nos túmulos dos faraós egípcios. Eram feitos de ouro puro e neles estavam gravados os nomes e títulos dos proprietários. Na Antiguidade, os anéis funcionavam como selos para autentificar cartas e documentos.

Entre os povos antigos como, por exemplo, os hebreus e os gregos, os anéis serviam para diferenciar as classes. Em Roma, só os senadores podiam usar o anel de ouro, enquanto que para os homens livres só era permitido o uso do anel de ferro.

O Renascimento tornou a criação de anéis uma verdadeira arte. Mas foi só nos séculos XVII e XVIII que começou a técnica de lapidação de pedras muito duras, o diamante, por exemplo, só foi cortado em 1476. Já no século XIX veio a moda dos anéis florais, em que as gemas eram montadas à maneira de flores. (fonte: Guia dos Curiosos!)

Mas por qual motivo as pessoas usam anéis hoje?

Muitas vezes, não é simplesmente só pela a beleza da jóia, mas sim por uma emoção que determinada jóia te proporcionou, mesmo que inconscientemente!

Que emoções esses anéis lhe remetem?

Este slideshow necessita de JavaScript.

Lenda da Ametista

Diz a lenda que uma vez o Deus Baco estava tendo um mau dia, quando decidiu que a primeira pessoa que encontrasse a ele e aos seus tigres, seria devorada pelos animais…

Essa infeliz pessoa foi a ninfa Ametista que ia ao templo de Diana, a Deusa da Lua, fazer devoção. Quando os tigres deram o salto para cima de Ametista, ela chamou pelo nome da Deusa e foi transformada em uma pedra de um branco puro. O milagre arrancou Baco do estado de humor em que se encontrava e, arrependido, entornou vinho sobre a pedra, conferindo-lhe um brilho violeta.

Há quem acredite que a ametista seja considerada como uma pedra da espiritualidade.Quando você vê sua incomum coloração roxa, você percebe o quão especial ela é.

A ametista é uma pedra muito durável e por isso é uma ótima escolha para o uso diário. Deve-se apenas tomar o cuidado de retirar a jóia em atividades em que a pedra possa sofrer riscos. Tomando-se este cuidado a pedra estará sempre intacta!

 

Confiram nosso par de brincos com ametistas, safiras e brilhantes. E o anel com iolitas e brilhantes.