Tanzânitas

A tanzânita foi descoberta nos Montes Mererani no norte da Tanzânia em 1967, afirma-se que por um natural de Goa chamado Manuel de Sousa. É uma gema com tricoísmo, que significa que a luz entra na pedra e se divide em três pedaços, cada uma contendo uma porção do espectro visível.

Henry Platt, da Tiffany and Co, foi o responsável por nomear a pedra de tanzânita e a começar uma campanha de marketing para introduzir-la ao público.

Uma das maiores e mais famosas tanzânitas está em uma tiara que contém 803 tsavoritas e 913 brilhantes. A “Queen of Kilimanjaro” está exposta na Gallery of Gold and Gems em Toronto, no Canadá. 

 

 

O sucesso da tanzânita é devido a sua beleza, cor, durabilidade e raridade. É a mais popular gema depois das “4 maiores”( diamantes, rubis, safiras e esmeraldas). Mas raramente é vista no mercado, é um item exclusivo, de colecionador. É muito difícil achá-las em pares, por isso que elas se tornam mais valiosas usadas em um brinco por exemplo.

Em 2002, a American Gem Trade Association nomeu a tanzânita como a pedra do mês de dezembro, ela celebra o presente do nascimento e novos começos.

A tanzânita encanta os consumidores de jóias diferenciados, que estão sempre em busca de raridade e distinção.

A Benne Fatto, pensando em atender esses consumidores, lançou um conjunto de tanzânitas compostos por um anel e um par de brincos.

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